Áreas de Atuação

Advogado do Consumidor em São Paulo — Fraude, Golpe PIX e Devolução

Fraude bancária, golpe do PIX, devolução de dinheiro, produto com defeito e negativação indevida.

O que é Direito do Consumidor

Direito do Consumidor é o conjunto de normas (Código de Defesa do Consumidor — CDC) que protegem quem adquire produtos ou serviços. Garante direito à devolução do dinheiro, troca de produto com defeito, reparação por fraudes, estorno de cobranças indevidas e proteção contra práticas abusivas de empresas e bancos.

Direito do Consumidor

Pup & Gouveia Advogados

Atuamos na defesa do consumidor em São Paulo em casos de fraude bancária, golpe do PIX, produto com defeito, devolução de dinheiro, cobrança indevida, negativação indevida e muito mais. Quando o banco não quer devolver o dinheiro ou a empresa não resolve, entramos com ação judicial rápida para garantir seus direitos pelo Código de Defesa do Consumidor.

Nossos Serviços

Fraude bancária e golpe do PIX: pedido de estorno e ação judicial
Produto com defeito: devolução do dinheiro ou troca
Devolução de valores cobrados indevidamente
Cobrança indevida e negativação indevida (SPC/Serasa)
Publicidade enganosa e cláusulas contratuais abusivas
Direito bancário: juros abusivos, empréstimos e cartões
Planos de saúde: recusa de cobertura e reembolso
E-commerce: produto não entregue, fraude em marketplace
Direito do passageiro aéreo: cancelamento de voos, extravio de bagagem

Perguntas Frequentes — Direito do Consumidor

Caí num golpe do PIX — posso recuperar o dinheiro?

Sim, é possível em vários cenários. Se o golpe ocorreu por falha de segurança do banco (ex.: clonagem de conta, SIM swap, acesso indevido ao app), o banco é responsável e deve ressarcir. Se foi uma transferência voluntária para um golpista, as chances dependem da agilidade do bloqueio: registre boletim de ocorrência e notifique seu banco imediatamente para acionar o Mecanismo Especial de Devolução (MED) do PIX. Um advogado pode ingressar com ação judicial em Juizado Especial rapidamente.

Produto com defeito — tenho direito à devolução do dinheiro?

Sim. O CDC garante que, em caso de vício no produto (defeito que o torna inadequado ao uso), o fornecedor tem 30 dias para resolver. Se não resolver, você pode exigir: substituição do produto, abatimento proporcional do preço ou devolução integral do valor pago. Para produtos duráveis (eletrodomésticos, veículos), o prazo de garantia legal é de 90 dias. Um advogado do consumidor pode acelerar a resolução via notificação extrajudicial ou ação judicial.

O banco não quer devolver o dinheiro de uma fraude — o que fazer?

Se o banco nega o ressarcimento por fraude (golpe bancário, transação não reconhecida), você tem direito a registrar reclamação no Banco Central (consumidor.gov.br) e no Procon. Se ainda assim o banco não resolver, um advogado pode ingressar com ação judicial no Juizado Especial Cível (JEC) sem custas para valores até 40 salários mínimos. Em casos de fraude comprovada por falha do banco, as chances de êxito são altas.

Meu nome foi negativado indevidamente no Serasa — o que fazer?

Negativação indevida gera dano moral presumido (não precisa provar o sofrimento) e pode resultar em indenização. Os passos são: 1) contestar a negativação junto ao credor; 2) comunicar ao Serasa/SPC; 3) se não resolver em 5 dias úteis, ingressar com ação judicial pedindo retirada imediata e indenização por danos morais. Um advogado pode ajudar a agir rapidamente e maximizar a indenização cabível.

Comprei em e-commerce e não recebi o produto — o que fazer?

O consumidor tem direito ao recebimento do produto ou à devolução integral do valor pago, mais correção monetária. Primeiro, registre reclamação com a loja no consumidor.gov.br. Se não resolver, um advogado pode acionar a empresa no Juizado Especial Cível de São Paulo, obtendo restituição e possível indenização por dano moral, especialmente se houve propaganda enganosa ou descaso no atendimento.

Plano de saúde negou autorização de cirurgia — tenho direito?

Sim. Negativa indevida de plano de saúde é uma das situações mais comuns no Direito do Consumidor. A ANS proíbe exclusão de procedimentos previstos no rol mínimo de coberturas. Em casos urgentes, um advogado pode ingressar com tutela de urgência (liminar) para forçar o plano a autorizar o procedimento em até 24 horas. A recusa indevida também gera direito a indenização por dano moral.

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